quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Rest in peace

O blog morreu... nunca mais será possivel voltar a escrever nele

domingo, 7 de novembro de 2010

"Re-connect"

Mais uma pergunta se põe: o que é o tempo?
Tempo psicológico será mais acertado pois tempo fisico não é mais do que um ponto de apoio para os Humanos defenirem epócas, reinados, impérios.
O tempo psicológico somos nós que criamos pois a meu ver ele não existe verdadeiramente se nós não quisermos que ele exista ou se nós pura e simplesmente negarmos a nossa construção emocional e empirica.
Todos nós o negamos em algumas ocasiões e em factos bastante marcantes da nossa vida. Tentamos agarrá-lo como se ele fosse realmente paupável mas em ultima instancia ele acaba sempre por nos fugir ou então num caso extremo vivemos agarrados paranoicamente em memórias que nada mais que são do que imagens virtuais gravadas a ferro e fogo na nossa cabeça.
Matar para esquecer ou curar para sobreviver? São dois caminhos hipoteticamente possiveis mas mais tarde ou mais cedo ambos parecem tão errados, tão sem sentido.

Os anos passam e as lembranças ficam, os anos passam e as lembranças morrem. Quando não morrem tornam-se algo desfucado e incerto que já não conseguimos realmente discirnir se nos pertecem ou são de um desconhecido qualquer que sem saber como se aninhou na nossa mente.

"Fragments of our connection died, there are things that just wont fade with time"

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Queimar a lembrança

Um poema antigo mas que se voltou a repetir:

No teu vazio consciente irei sempre caminhar

Irás sempre sentir a minha falta... Viva! Uma eterna dúvida.
Penso neste como o momento certo para me libertar
Apesar do teu retrato transfigurado nas estrelas da noite
Com novas cores mas luzes antigas

Diz-me, o que me irá substituir?
Qual será a tua memória do nosso tempo?
Todas estas lembranças, tenho de liberta-las
Para que tudo isto possa morrer
Será este o momento exacto?

Daqui a uma eternidade irei-te olhar
E serás mais uma desconhecida
Sentada na minha mente
Retida num pensamento antigo
Em que um dia ambos chamámos de Amor



Este será sempre o momento exacto!

domingo, 20 de junho de 2010

Faz com que resulte

Não sei se me ouves
Só sei que te quero
Não sei se me vês
Mas sei que preciso

Sussurro o teu nome
Mas não te oiço
Não me deixes para trás

Dá-me a mão
Faz com que aconteça

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Everything

Nada resta, nada fica, quando tudo é destruido à passagem, quando a pilhagem revoltosa se funde com a necessidade ilusório de nada se ter de fazer.

Partir... partir... partir

Pequenos pedaços ficam, fundidos no inconsciente levemente libertado mas progressivamente, com o passar do tempo serão recalcados e por fim adormecidos num sono eterno.

Morto... morto... morto

Fica por enquanto o doce cheiro, o suave tacto a seda, o fraco sabor do liquido que teima em escacear enquanto deche levemente pela garganta.

Tic... Tac... Tic

O tempo passa e nada fica, apenas um amargo sabor de derrota, de injustiça planeada, de uma mentira mal planeada.

Falhado...

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Carta sobre o adeus

Aqui estou eu a largar o meu fardo, passado 3 longos anos onde a cada dia que passava,a cada noite que chegava eu discernia, dissecava, media e pesava todas as vantagens desta acção. Uma acção puramente racional, com todas as consequências bem pensadas.
Não existe rancor, mágoa ou remorsos. Apenas transporto comigo alegria, experiencias positivas, não me quero libertar com assuntos incabados ou negócios por resolver.
Parto realizado em vários aspectos da minha vida, cada ano que envelheci olho para eles cheios de momentos espetaculares: pessoas, momentos, sitios, sentimentos.
Não irá haver retorno, espaços indestintos cobertos com gritos repletos de despero e de arrependimento, pois parto de consciencia tranquila.
Nunca abandonarei todos os que me seguiram com afinco, carinho e interesse, estarei sempre presente para todos... todos mesmo, sem excluir mesmo aqueles que demonstraram-me coisas menos boas.

Do eterno Alexandre Vaart

sábado, 15 de maio de 2010

Poetry

Poetry is meaningless, it tells no tales
It is everything, can kill or give life
Brings mistaken joy, brings false sorrow

The Poet is the biggest liar, without knowing how
Remember the others their past lives
Like if he knows everything
Like if he understands anything

Being a Poet is being a Man
Manipulating our world
With God´s might

Being a Poet is being capable,
Capable to turn day into night
Capable of breaking all the barriers
Without never reaching that goal

Being a Poet is being the true alchemist
Knowing the secret of the philosopher’s stone
Turning iron words into a golden song

For all this the poetry is not to be understood
Comprehended or not even explained
Is only to be lived, like a journey with no return

Reading after reading
Everything that were lived
Will be forgotten
And a new experience will bloom

Tic Tac

“Tic Tac”, “Tic Tac”… sing the elders clocks


Long forgotten in the tides of our life

Pierces through our mind like a knife

Again and Again, the “Tic Tac” knocks



A fading mirror a quite loose on the wall

Remembering the dreams of a time

In a dark room that once was mine

Showing the greater fall



Hours like days, Weeks like years

A season of cherished tears

All the blood we once have shed

Will only find a sweet relief in death

M(i)au

Passeia o gato a sua cauda ondulante
Observa a sua presa de forma espectante

Confiante mas incerto quanto à sua lealdade
Flectindo as pernas encontra-se pronto para o ataque

Acha-se forte... presunçoso o bicho
Acha-se capaz de enganar a morte

"Tem sete vidas", ouviu ele por aí

domingo, 9 de maio de 2010

Inseguranças @ Céus Distantes por Tyra

Compreendi que é de vocês que preciso
São vocês que eu quero
Mas... não posso fingir
Que serei capaz

O apoio que em vocês senti
Deu-me forças para acreditar
Não me deixem para trás
Dêem-me a mão quando mais precisar

Oh, consigo sentir-vos
Estão junto a mim
Apenas não me abandonem
Dêem-me a mão quando mais precisar


Deixa-me por fim sentir-te
Bem junto a mim
Deixa-me ouvir-te
Desespero por sentir

Não me abandonem....
Não voem para céus distantes...

terça-feira, 4 de maio de 2010

Tempo perdido

De todo o tempo que encerro em mim
Qual será o mais precioso?

Será aquele perdido nas auroras da vida?
Será aquele escondido pelo crepusculo da vida?

Os anos passam e nada fica
Apenas as memórias
Que transformam a inocência
Em Ira

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Burned Poems - A nova cara

Boa noite a todos os leitores!
Pois é! O velhinho Blog Burned Poems já não existe, pelo menos nos termos em que o conheciam.
Contudo criei este novo blog com a mesma finalidade do outro, continuarei a escrever aqui textos e poemas, mas desta vez este blog terá um novo objectivo.
Visto que estou com dois projectos literários em mãos (um deles mais adiantado que o outro) este blog vai servir também como suporte as esses dois novos projectos e a um website pessoal que está a ser construído ainda.

Quando tiver mais novidades escreverei aqui, entretanto vou continuar a postar poemas e textos de criação minha sempre aqui, no sitio do costume.