terça-feira, 2 de novembro de 2010

Queimar a lembrança

Um poema antigo mas que se voltou a repetir:

No teu vazio consciente irei sempre caminhar

Irás sempre sentir a minha falta... Viva! Uma eterna dúvida.
Penso neste como o momento certo para me libertar
Apesar do teu retrato transfigurado nas estrelas da noite
Com novas cores mas luzes antigas

Diz-me, o que me irá substituir?
Qual será a tua memória do nosso tempo?
Todas estas lembranças, tenho de liberta-las
Para que tudo isto possa morrer
Será este o momento exacto?

Daqui a uma eternidade irei-te olhar
E serás mais uma desconhecida
Sentada na minha mente
Retida num pensamento antigo
Em que um dia ambos chamámos de Amor



Este será sempre o momento exacto!

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